quarta-feira, agosto 22, 2007

Saudade



Não quero deixar de dar ênfase ao comentário de uma amiga que achei delicioso.

A Saudade, esse sentimento que conhecemos e que está acima de tudo, ligado ao emocional de cada um de nós. Saudade de um objecto, de uma vivência, de uma pessoa, de um acontecimento... com conotação variável consoante a emoção vivida.

Saudade, essa palavra tão ambivalente e que não pode ser traduzida por ter um signíficado intensamente subjectivo. Todavia por lhe estar inerente essa subjectividade, é alvo das mais variadas interpretações poéticas ou não. Deixo uma que me foi oferecida e que achei linda:


"A casa da saudade chama-se memória: é uma cabana pequenina a um canto do coração."Autor: (Henrique Maximiliano Coelho Neto - 1864/ 1934).


Foto: Alexandra

9 comentários:

Maria P. disse...

Muita saudade...(S)audade...

Beijinho*


P.S. Deves conhecer aquela praia sim, perto do Carvoeiro.:)

Cadinho RoCo disse...

A saudade é das amnifestações mais sublimes que trazemos em vida. Isto porque não sentimos saudade do que é muim, mal. Parece ser ela filtro a deixar-nos na referência de bons momentos deliciosos e até inspirados inspiradores.
Cadinho RoCo

Bruxinhachellot disse...

Ê saudade! Invade a alma e comprime o peito. Por vezes ela é nostálgica e não machuca, mesmo assim ficamos na vontade.

Beijos de rosa.

tolilo disse...

Magia, sim !
Encontrei-a aqui !

Por amar , também
a magia é que gosto de rosa


Um beijo rosa para ti

Tolilo

Anónimo disse...

Saudade,
a mais bela palavra portuguesa.
galileufigaro

Anónimo disse...

Olá Alexandra,
Obrigada pelas tuas palavras...
a saudade que eu tenho do Tejo, de Oeiras, de Caxias, das caminhadas na marginal ao nascer do sol, que saudade, minha amiga.
Julgo que a saudade que sinto, com o tempo resultará numa nostálgica recordação.
beijo
isabel

redonda disse...

É mesmo muito bonita.

pentelho real disse...

Eu tenho tanta saudade de minha Mãe que por vezes sinto-a junto a mim,

alexia disse...

Alivia-me sempre que perco a noção de onde estou. Esta falta de sentido de orientação ajuda-me muitas vezes a não encontrar o caminho da tal casinha...angustiante por um lado mas um sossego para a vizinhança!

Beijo